data-filename="retriever" style="width: 100%;">Foto: Reprodução
Em uma transmissão ao vivo pelo Youtube, na tarde desta segunda-feira, o diretor-presidente da Companhia Riograndense de Saneamento, Roberto Barbuti, falou sobre os impactos do Marco do Saneamento sobre a estatal. O Marco, aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), estabelece que 99% da população brasileira tenha acesso a água potável e 90% a tratamento de esgoto até 2033.
As metas ambiciosas fizeram com que o governador Eduardo Leite (PSDB) anunciasse a intenção de privatizar a companhia. A justificativa do Estado é que, sozinha, a Corsan não teria estrutura financeira para realizar as melhorias necessárias nas redes. Por isso, a projeção é realizar a abertura de capital na Bolsa de Valores por meio de um IPO (sigla em inglês que significa oferta pública inicial), com projeção de arrecadação de R$ 1 bilhão. O Piratini deixará de ser sócio controlador da companhia, mas a intenção é manter cerca de 30% das ações sob o controle do Estado.
Governador Eduardo Leite anuncia privatização da Corsan
Durante a transmissão ao vivo, Barbuti garantiu que a intenção é que a companhia cumpra todos os contratos de serviços de água e esgoto em vigor em 317 cidades gaúchas atendidas pela Corsan, incluindo Santa Maria.
- A nossa proposta é permanecer com todos os municípios e apresentar uma minuta, dentro de um mês, para manter uma parceria e mostrar quais os ganhos e as entregas que a Corsan se compromete - relatou.
Em relação a Santa Maria, Barbuti afirmou.
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- Temos grandes obras em execução em Santa Maria. O contrato com a cidade, talvez, seja um dos mais bem elaborados, com metas muito claras. Santa Maria, que é um parceiro muito parceiro da gente, a Corsan tem compromissos muito claros que, se depender da gente, vamos cumprir com eles - informou.